No coração de São Paulo, metrópole de tantos povos e culturas e das marcantes desigualdades sociais, o Centro Internacional para Jovens - Scalabrini (CIJ-S) é um lugar de encontro para jovens, de 16 a 30 anos, de origens, culturas e nacionalidades diferentes.

    O CIJ-S está interligado com outros Centros Internacionais, que surgiram na Europa e México, a partir da inserção da comunidade das Missionárias Seculares Scalabrinianas em diferentes realidades migratórias: em Stuttgart (Alemanha), em Solothurn (Suíça), em Milão (Itália) e Cidade do México (México).

    Os Centros têm em comum o mesmo estilo da comunhão dos bens. Esse critério, que caracterizava a vida das primeiras comunidades cristãs, orienta cada encontro que se realiza com aquilo que os jovens desejam colocar em comum em nível material: esse é só um reflexo da comunhão mais profunda, recebida de Deus e que se deseja compartilhar com os outros. Dessa forma, os encontros se sustentam com a contribuição livre e criativa de cada um, sinal de solidariedade e de esperança para a humanidade.
    CIJ-S: um "laboratório" no qual cultivar o jardim das diversidades através dos encontros mensais do Grupo Internacional, de um final de semana (mini-campo), de uma ou mais semanas (campo), que se desenvolvem segundo a espiritualidade scalabriniana do êxodo e compreendem diferentes momentos:

  • Celebração da Eucaristia e aprofundamento da Palavra de Deus;
  • Testemunhos de vida cristã e missionária, tempo de deserto;
  • Conhecimento sociológico e reflexão teológico-bíblica sobre a emigração;
  • Encontros com migrantes e refugiados dos diferentes continentes;
  • Descoberta das riquezas naturais, dos tesouros artísticos da cidade;
  • Espaço de criatividade através da linguagem da música, do canto e da dança e momentos de festa.
    Os encontros formativos são um caminho para: encontrar o "outro", o "diferente"; se deixar moldar pelo Amor, pelo projeto de Deus, que chama cada um pelo nome como pessoa única, original; abrir, com a força deste Amor, o caminho ao Seu reino de justiça, lançando pontes entre margens opostas, através de gestos cotidianos de acolhida, solidariedade e comunhão.

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